belezas paisagisticas e artisticas de Trás-os-Montes
Segunda-feira, 15 de Junho de 2015
SUBA AS MONTANHAS E VOLTE A SORRIR

SUBA  ÀS MONTANHAS E VOLTE A SORRIR"

        

SEPintura de gado bovino nos Cornos das Alturas do B

         SERRA DAS ALTURAS DO BARROSO em Boticas (A Cabeleira)

 

           Nas grandes cidades há de tudo; o bem e o mal; o bom e o mau; a alegria e o tédio; a generosidade e o egoísmo; os que dançam nos ricos salões de festas e os que se arrastam encostados às paredes; os que convivem com os perfumes e os malcheirosos sem abrigo; a gente simples e honesta e aquela que se embriaga com a riqueza usurpada sem dó nem piedade. Grande confusão reina nas grandes metrópoles.

     Há dias, veio a público o resultado de uma sondagem que enquadrava os portugueses como tristes e desiludidos. Não pomos em causa esses resultados, mas acrescentamos que em Portugal "há de tudo como na farmácia" - dito popular.

   Aqui fica um conselho:

     - se é um dos tristes, suba à montanha; poderá não encontrar as novas tecnologias que vão aumentando riquezas e misérias mas vai, de certeza, voltar a respirar o ar puro, a voltar a divisar longas distâncias e a sentir uma nova esperança de recuperar a alegria dos simples que cantam e dançam nos arraiais das suas vilas ou aldeias e a retomar energias de uma nova esperança e de uma vida despoluída de invejas e maledicências que permanentemente poluem o ambiente em que se vive na maior parte dos citadinos.

   Aproveite e banhe-se nas águas cálidas de CHAVES ou nas frescas e puras de alguns rios e piscinas. Beba do "branco ou do tinto"; saboreie os produtos frescos da "terra mãe" e, com energias renovadas e uma nova esperança, volte a sorrir.

             Artur Monteiro do Couto

 

 



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Sexta-feira, 27 de Março de 2015
CHAVES RECEBEU EM FESTA A GALINHA DOS OVOS DE OURO (TERMAS E SPA).

AS CALDAS DE CHAVES estão a partir de hoje, com a festa da Primavera, disponíveis para todos aqueles que procuram saúde e bem-estar. Sejam ben-vindos à cidade dos jardins, da riqueza gastronómica e do sorriso franco e aberto dos seus habitantes. Leia o que escrevemos, a este propósito, no que vai encontrar neste blogue,em data anterior.

Dr. Mário Carneiro-31-8-2006 (2).JPG

 



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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2014
OUTONO CHEGOU FARTO, CHUVOSO E BELO A TERRAS FLAVIENSES.

 

 

                                                             fotografia de CarlosCouto(Fidelidade)

JARDIM CIRCUNDANTE DAS TERMAS DE CHAVES

 

 

                                                   Foto de Artur M. Couto em 31-08-2006

 Dr. MÁRIO GONÇALVES CARNEIRO (Director-Fundador das Caldas de CHAVES)

 

 Duas imagens que se dignificam  neste belo colorido: do " Modo e do Tempo" . Exemplos de beleza que o Outono, das colheitas para alimentarem a vida de todos os seres vivos, concretamente de Meios Rurais como o nosso; e o Outono da vida da figura ilustre em 2006 a dar uma entrevista sobre a sua valiosa Obra realizada nas Termas, às vezes, contra ventos e marés, publicada no JORNAL A VOZ DE CHAVES. Se pudesse observar a continuidade da mesma no presente, sentir-se-ia feliz com o êxito alcançado.

     Todos os Flavienses se podem sentir orgulhosos da sua Cidade ao longo das diferentes  Estações do ano, embora, como na vida de todos nós, tanto com a chuva como com o sol, temos de ser compreensivos com as variantes e não pessimistas. Aqui fica o exemplo do Grande Senhor que dedicou toda a sua vida a CHAVES e nela quis permanecer depois de ter caido como as folhas estão agora a soltar-se da árvore-mãe.

    Quando for ao cemitério no DIA de TODOS OS SANTOS homenageie-o com uma flor. Ele continuará sempre bem vivo na mente de todos os que o estimam. Acompanha-nos a Saudade.

                          Artur Monteiro do Couto



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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2014
TERMAS DE CHAVES A GALINHA DOS OVOS DE OURO

 

    

 

    NÚMEROS ADIANTADOS PELOS BENEFICIÁRIOS OU PREJUDICADOS em 2014

 

      

   "As regalias só se reconhecem quando se perdem"- diz o Povo 

e aqui está a prova do valor da grande Obra realizada pelo saudoso médico DR. Mário Carneiro. Os números da legenda são evidentes e aprovados pelo Presidente da Câmara Municipal, Arquitecto  A. Cabeleira e todos os entrevistados pela jornalista da RTP. Prejuízos de 5 ( cinco milhões de euros ) só em 2014 é muito prejuízo. Agora pensem nos lucros obtidos durante tantas dezenas de anos, com base nas Termas, e em todos os espaços envolventes, entre eles o Rio Tâmega e os Jardins

E como seria Chaves se esta grande Obra não tivesse começado há69 anos pelo distinto médico? Consultar " AS CALDAS  DE CHAVES" 2ª edição com adenda, publicado em 1986, na continuação da 1ª edição publicada em 1945. A partir das origens da grande mais-valia que a têm colocado nos roteiros turísticos e consagrado  como uma cidade das mais importantes do Norte de Portugal.

 

 

                       INSTALAÇÕES EM REESTRUTURAÇÃO

 

A História das Termas é tão rica que não a queremos diminuir escrevendo, neste momento, sobre ela. Preferimos que se estude nos inúmeros escritos existentes na Biblioteca Municipal e nos valiosos documentos que fazem parte do espólio do fundador e ex-Director Dr. Mário Gonçalves Carneiro. As gerações mais novas e as vindouras terão muito de que se orgulhar deste talentoso e generoso cidadão que consagrou toda a sua vida à Cidade das "AQUAE FLAVIAE ".

 

   A Obra e a Memória do Ilustre Flaviense merece mais atenção de todos nós que tivemos a honra de o conhecer e contar entre os nossos Amigos.

 

       Artur Monteiro do Couto



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Sábado, 23 de Agosto de 2014
MENSAGEM DOS QUE PEDEM PARA MORRER VINDA DAS ALTURAS DO BARROSO(BOTICAS)

 

                  UMA DAS MAIS BELAS PAISAGEN DE PORTUGAL

         (Picos da Montanha-chamados "Cornos das Alturas do Barroso".

 

          

  UM APELO AOS JOVENS

 

Peço a todos os jovens

P`ra terem muito cuidado,

P`ra não virem a sofrer

Como os idosos do lado.

 

   Alguns desses idosos

Querem ir para um Lar

Mas como têm poucos euros

No mesmo não têm lugar.

 

  Para que amanhã os nossos jovens

Não tenham a mesma sorte

Devem recordar estas frases

E não gastar todo o seu porte.

 

     "OS IDOSOS A SOFRER

     PEDEM P`RA IR PARA O CÉU...

     DEIXAR ESTE SEU INFERNO

     QUE POR CÁ ESTÃO A VIVER."

 

       

          Jaime Afonso (cidadão idoso)

 

   Este poeta popular traqnsmontano, cujo poema foi publicado no jornal Notícias de Barroso em 20 de Agosto 2014 é um profundo retrato social de todo o País. E lá diz o Povo: "Fica-te Mundo cada vez a pior..." "Quem espera por sapatos de defunto, anda toda a vida descalço..."

    Acautelemo-nos enquanto é tempo... "Cuidados e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém..." -

   

    Amanhã, pode ser tarde.

 

    Artur Monteiro do Couto



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Sábado, 9 de Agosto de 2014
O MEL TUTI_FLORES DÁ SAÚDE E RENOVA A VIDA.

 

          

     

        Que valem favos de abelha

      Se lá dentro não há mel?

       - Nas cartas que me escreveste

         Só vejo tinta e papel....

    Quadra premiada em Jogos Florais (António Cabral) 

 

 A festa do mel, fabricado com a sabedoria inteligente

                  das "abelhas" é universal.

A sua fama de benfeitorias não tem fronteiras e continua a unir gerações. As "abelhas-mestras" estabelecem a sua ordem de trabalhos e nenhuma das suas súbditas faz qualquer greve ou reivindicações. Por isso é que as colmeias são apontadas como a sociedade modelo. Os objectivos da comunidade são os mesmos,  habite ela no tronco das árvores, no  humilde e histórico cortiço ou nas mais sofisticadas e modernas instalações que vão evoluindo com os tempos.

 

       

           As flores estão na origem da preciosidade;

sejam elas provenientes de um manto vegetal onde predominem as urzes  lá para as bandas do Barroso ou de laranjeira no Algarve e de múltiplas nascidas e cultivadas por esse mundo fora, ajustando-se as obreiras à biodiversidade da qualidade.

    Portugal é rico no valioso produto e as diferentes regiões do país festejam essa mais-valia e rendem homenagem ao trabalho dos Homens vestidos de branco e de rostos cobertos de rendas,(redes) que aliam o seu trabalho ao das diligentes "abelhas", que operam desde a fronteira de Chaves, Montalegre, Vinhais, calcorreando montes e vales de Vila Pouca de Aguiar até aos laranjais do Algarve, transpondo as diferentes características florais para um produto fabricado a partir da beleza e do perfume que atrai e encanta todos os que o utilizam, em dias de festa para purificar as vozes, ou o consomem como fonte de vida. As cores do mel variam segundo as características das flores; mas a riqueza, embora variada, está presente em todas as espécies.

  Da sobremesa de hoje faz parte o mel de Sapiãos, cultivado a partir do manto floral da Atalaia. Quer ter uma vida longa e saudável, utilize o mel puro.  

 

                            Artur Monteiro do Couto



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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014
HISTÓRIA DA ALDEIA ONDE NASCI E DESENVOLVI.

 

 SAPIÂOS (Boticas) UMA ALDEIA COM HISTÓRIA E QUE VAI FICAR PARA A HISTÓRIA.

 

Nasci no sopé de uma serra que,segundo rezam as crónicas, por ter muitos leirões,(ratos grandes), se chama Serra do Leiranco, com 1134 metros de altitude.
SAPIÃOS, concelho de Boticas, distrito de Vila Real, não foi um nome imutável ao longo dos séculos e, o que a tornou célebre pelas belezas naturais, economia agrária, água em abundância e situação estratégica, entre Bracara Augusta e Aquae Flaviae, foi “SIPIÕES” por ser a partir dali que nasceu o apelido “Barroso” de um fidalgo, senhor das Terras do Barroso que ali tinha uma Torre. Foi ele D.EGAS GOMES GUEDEÃO, no século XIII, que preferiu substituir Guedeão por Barroso. (Consultar Armorial Lusitano).
Na aldeia da minha vida, cresci a ouvir cantar os rouxinóis, o cuco, os galos, ao som do tilintar das campainhas das vacas, do chocalhar de cabras e ovelhas, de passear nos tradicionais carros dos bois e a cavalo dos dóceis burros e imponentes cavalos.
À medida que fui crescendo, ia-me deliciando a ouvir histórias de mouras encantadas que teriam vivido no Castro do Muro e que distribuíam amor aos homens valentes que ali habitaram, a que umas vezes chamavam “Mouros”, outras vezes “Romanos”, e só mais tarde admiti que também tivessem sido “Celtas”, “Calaicos”,
“Ibéricos” e não sei que mais…

 

   

 

 

Quando comecei a ir ao cemitério, disseram-me que dentro da elegante capela românica, em volta da qual foram aumentando o número de campas dos mortos, inicialmente, eram enterradas as pessoas mais importantes do “Povoado”. E mostraram--me essas sepulturas separadas por pedaços de rochas graníticas, cobertas de madeira e que sobre elas se ajoelhavam, ou estavam de pé, os fiéis que participavam nas cerimónias religiosas. Fiquei impressionado com o que estava a ver e a ouvir e tive a sensação de medo. Mais tarde, já homem feito e estudado, em conversa com populares, disseram-me que no lugar dos Pássaros havia umas pedras parecidas com as pias dos porcos e também parecidas com uma fotografia que tinha no manual de História de Portugal. Pedi ao José da Silva para mas mostrar e lá fui eu encontrar as “ Sepulturas Antropomórficas”, ainda maiores do que a do livro. Eram uma espécie de mausoléus da era moderna feitos directamente nas rochas, bastante perto do “castro do muro”. Agora, passei eu a ser o professor das sepulturas antropomórficas para a população local e não só. Descrevi-as no jornal “A VOZ DE CHAVES”; convidei a Dr.ª Isabel Viçoso, amante de antiguidades, a visitá-las, e pouco tempo depois, por iniciativa da Câmara Municipal de Boticas, foram resguardadas e passaram a ser um cartaz turístico da minha aldeia, já com o nome de SAPIÃOS.
Mas a minha aldeia é, sem fantasias, a que possui o Património Histórico mais valioso do concelho. Tem uma capela românica do século XIII onde se celebraram os actos de culto até ao século XVIII, século em que graças ao dinheiro vindo dos emigrantes do Brasil, se construíram duas elegantes capelas particulares e a actual Igreja Paroquial, com bela e artística talha dourada, estilo Barroco. Até ao século XX, consumíamos a água das fontes de mergulho e comíamos os frutos da terra, terra, no sentido próprio.
Tratavam-se as doenças com plantas do campo, sopas de burro cansado,(malgas de vinho com pão e açúcar), bagaço e mel.
A morte foi roubando os mais fracos; e os que resistiram aos inimigos da saúde, nesses tempos não distantes, alguns, chegam a viver quase cem anos.
Hoje, no dia 16 de Julho do ano 2014, a minha aldeia é de longe, a mais bonita e progressiva do Concelho de Boticas. Utiliza as tecnologias confortáveis das grandes urbes e enfeita-se com belos jardins das casas dos emigrantes no centro do grande jardim colectivo formado pelos campos, montes e vales que se vão ajustando aos nove meses de Inverno e três de Inferno, no dizer de alguns que só estão habituados a viver num espaço mal cheiroso, de meia dúzia de metros quadrados, com ar condicionado. Na minha aldeia faz-se História e vive-se a História dos antepassados com amor e alegria.

 

 

    História do Ensino e da Cultura no concelho de BOTICAS

 

     A música popular foi recolhida, em Sapiãos, pelo musicólogo Dr. José
Alberto Sardinha e sua irmã, Drª. Olinda, Técnica Superior do Museu de
Arqueologia de Lisboa (Mosteiro dos Jerónimos) no dia 01-09-1991.

 

       

                  Música do Romance "A BELA INFANTA"

          Foi editada em disco pelo Jornal de Notícias do Porto.

O Romance foi representado por jovens artistas "prata da casa" e as vestes que
envergam foram emprestadas pela Direcção do Teatro Nacional de São Carlos. Este
facto, por imprevisto e inédito, criou uma mais-valia importante na população
local, nos emigrantes em férias, vendo nós um deles, licenciado em Direito, no
Brasil, a manifestar toda a sua surpresa por ter deixado, aos teze anos de
idade, os seus conterrâneos apenas educados com a quarta classe, (actual 4º
ano), e agora assistir, na companhia do Presidente da Câmara Municipal e outros
emigrantes brasileiros, directores do Clube de futebol Vasco da Gama e da Casa
de Trás-os-Montes e Alto Douro do Rio de Janeiro, a um espectáculo de cariz
histórico, cantado, fazendo o o poema parte do Romanceiro de Almeida Garrett.
Aquilo foi um luxo no interior serrano pobre e abandonado pelo Portugal banhado
pelo Atlântico.

Na Aldeia da Minha Vida interiorizou-se o princípio de que nem só de pão vive o
homem. A Associação Cultural Serra do Leiranco justifica a sua existência.
Preserva as tradições, as danças e cantares regionais.

Mas no forno comunitário continua a cozer-se o pão centeio ou de mistura,
folares de carne ou sem ela, a assar cabritos, frangos, pimentos e outros
petiscos que nos fazem crescer água na boca.

A minha aldeia, que é A Aldeia da Minha Vida, está de braços abertos para Vos
acolher.

 

                Artur Monteiro do Couto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 3 de Julho de 2014
AS FLORES NÃO ENCOBRIRAM A VIOLÊNCIA DAS LÁGRIMAS..

 

   

 

   

     Quando  menos se pensa, há sempre algo que nos faz tremer,

quando as mães choram a perda dos filhos ou estes perdem o carinho paternal. Os perigos surgem quando menos se esperam e nos fazem lacrimejar com maior ou menor intensidade. Neste momento, tenho o jornal CM à minha frente. Os acidentes sucederam-se nos últimos dias. Morreram Jovens felizes quando se divertiam com amigos, e morreram idosos violentamente assaltados quando estavam preparados para viver os últimos dias em paz. Triste realidade esta.

    A solidariedade ajuda a sangrar o nosso coração, mesmo que pensemos momentaneamente, sem palavras cheias de beleza como as pensadas e escritas nos Livros  de SOFIA de MELLO ANDERSEN.

     Associemos à nossa dor de Solidariedade a beleza e o encanto de mais um percurso pelas páginas de " A MENINA DO MAR ".

 Desejamos que este sentir carnal e poético da poeta sirva de alívio e ternura para todos   os que neste momento estão a viver momentos difíceis. E são muitos. A  esperança em dias melhores será um lenitivo para as lágrimas salgadas.

            Artur M. Couto



publicado por belezaserrana às 19:33
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Terça-feira, 24 de Junho de 2014
HISTÓRIA DE CHAVES CONTADA COM BRILHO NA CTMAD em LISBOA.

  

 

A HISTÒRIA DE CHAVES CONTADA COM BRILHO, POR QUEM SABE, NA CTMAD, em LISBOA.

 

   Foi um prazer ouvir a Drª.  Maria Isabel Viçoso,

 

Presidente do Grupo Cultural de CHAVES  e Diretora da Revista " Aquae Flaviae ", Associação que de há anos a esta parte vem fazendo a  publicando e fazendo a divulgação de diversos aspetos cientifico-culturais da Região do Alto Tâmega e Barroso.

   A Drº Isabel Viçoso, atualmente, é uma das mais ilustres figuras da cultura portuguesa, como o comprova o trabalho feito, e possuidora de uma facilidade de expressão invulgar, conjugando a competência científica com dotes oratórios aliados ao seu sorriso permanente e a simpatia que transmite aos participantes, facilitando-lhes intervenções permanentes para aclarar qualquer curiosidade surgida.

  A conferência sobre a história da Cidade de CHAVES , investigada e analisada por muitos e bons autores flavienses, resultou num sucesso invulgar pela  grandeza cultural da cidade flaviense, nem sempre bem publicitada nos meios de Comunicação Social, não se aproveitando, por vezes, as facilidades que eles  disponibilizam quando se deslocam a fazer reportagens, localmente. Fala-se muito das comezainas, águas e vinhos e pouco ou nada dos valiosos contributos históricos e culturais que tantos Agentes de todos os tempos e  que grandes Autores de Obras valiosas, fundadores de museus, construtores de belos monumentos e todos os encantos que caracterizam uma Cidade, bonita, atraente e encantadora.

 

Foi muito bem aproveitada a deslocação a Lisboa com o objectivo primeiro de apresentar " Chaves Romana -A Via Romana XVII "

 

           

    Por Aquas Flavias - Estudos Complementares, do

 Dr. Manuel Carvalho Martins, para se falar da valiosa obra existente em preciosos livros já editados, mas nem sempre bem divulgados.

         Consciente e responsavelmente, depois do que já sabia e ouvi, mais uma vez, sugiro que a ilustre, simples, simpática e competente Senhora (Drª. Isabel Viçoso ) seja escolhida para representar a Cidade de Chaves Junto dos Meios de Comunicação Social, em vez de só se dar a palavra aos que falam de futebol, pasteis, alheiras, presuntos e que sabem apenas contar histórias da carochinha e pouco mais.

                        Artur Monteiro do Couto



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Terça-feira, 10 de Junho de 2014
ENTRE OS PORTUGUESES TRAIDORES HOUVE ALGUMAS VEZES

 

 

        DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES e das COMUNIDADES  -2014.

 

«ENTRE OS PORTUGUESES TRAIDORES HOUVE ALGUMAS VEZES»

 

assim aprendemos na História de Portugal, referindo-se à causa da crise 1383 / 1385 e o traidor foi um espanhol, conhecido pelo Conde Andeiro a quem D. JOÃO, Mestre de Avis, em nome da Pátria ameaçada acutilou (degolou) em 1383; e em defesa da Independência Nacional, face à Espanha. ( Para mais pormenores, reler a História.)

    Hoje, celebrou-se o DIA de PORTUGAL e, à memória de muitos, vieram recordações do passado quando, o Senhor Presidente da República homenageava as Forças Armadas, um grupo de portugueses sindicalistas, possivelmente, com alguns infiltrados, da marca do Conde de Andeiro, apupava o Supremo Magistrado da Nação e o Governo e, direta ou indiretamente as Forças Armadas. As palavras são do General Pina Monteiro:

« respeitem Portugal e as Forças Armadas», dirigindo-se ao grupo dos manifestantes chefiado pelo comunista, presidente do Sindicato dos professores - FENPROF.

 

        

 

 

   O Professor Doutor Cavaco Silva, Presidente da República, que durante anos tanto tem batalhado para recuperar a Independência de Portugal, no dizer, e afirmar com documentos, o distinto Fiscalista Dr. Medina Carreira nos programas de segunda-feira da TVI às 21,30 horas, ao observar o que se estava a passar, teve um problema de saúde e teve de ser levado em braços para ter assistência médica.

   Os Portugueses honrados e respeitadores da Democracia mostraram-se indignados com este comportamento de quem, eventualmente, pode vir a ser professor dos seus filhos e cuja formação humana e cívica fica muito a desejar. Razão tem o Ministro da Educação para controlar mais e melhor a competência dos professores; e o pior, é que por causa de uns, pagam os outros.

               A. M. C.



publicado por belezaserrana às 23:05
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