Os dicionários da Língua Portuguesa e os das outras Línguas - referem o natal como o dia do nascimento. Por conseguinte, todos os seres humanos têm um dia de natal e celebram o seu dia de natal, com mais festa ou menos festa. E esse natal deu-se, em princípio, como fruto de amor no seio de uma família, independentemente da forma como ela foi constituída.
De um modo geral, tratando-se de festa particular, é mais comum referir-se o dia do aniversário e a festa de anos de nascimento.
Houve um Natal (nascimento de uma criança consagrada por razões que uns aceitam pacificamente, que outros põem em causa, mas que é incontestável, por crentes e não crentes:
Nasceu e existiu um menino a quem deram o nome de Jesus, como lhe poderiam ter chamado Vítor, Cristiano, Luís.
Nenhum historiador sério pode negar a existência do Menino e do Homem que não têm nada a ver com outras tradições e outras culturas.
Neste momento, não vamos discutir nem pôr o problema da divindade. Mas foi à volta dela
que a grande Festa do Natal e toda a movimentação das famílias se começou a dar de há séculos aos nossos dias.
Haverá alguém que não participe neste grande encontro das Famílias, sejam elas ricas ou pobres e daqueles que já partiram e por cá deixaram o fruto do seu amor e hoje os recordam com saudade e emoção? Só por isto, já merecia ter nascido o " Mennino" que« foi perseguido
pelo tal diabo com tranças e que não gostava de crianças=Herodes» (Ver poema de Miguel Torga).
Aqui fica a nossa homenagem a todas as Famílias, a todas as crianças e, em particular, àquela a quem deram o nome de Jesus..
A M C