belezas paisagisticas e artisticas de Trás-os-Montes
Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011
AS VINDIMAS E O VINHO EM PORTUGAL

       

     

        

                            

  PAINEIS DE AZULEJOS PERPETUAM A HISTÓRIA  DAS VINDIMAS.

 

         As novas tecnologias estão a criar um mundo novo nas mais variadas actividades.

  Hoje. referimos apenas uma, bastante smpática, porque nela se podem saborear manjares, alguns deles que estão na origem do “néctar dos deuses”, “sol engarrafado” – o vinho que saiu conhecido por “vinho fino” dos socalcos das vinhas do Douro e que só por passar pela cidade do Porto a caminho do mundo, os publicitários baptizaram com o nome de Vinho do Porto.

  Há aspectos das vindimasque se mantêm: os cantares tradicionais, o corte das uvas,etc., Outros já passaram à história e ficarão apenas nos paineis dos azulejos dos pintores, como este que  vemos na imagem e que, já hoje, conta a história de um passado recente à nossa juventude. Os tractores substituíram o “chiar” dos carros dos bois e não só.

                                       Artur Monteiro do Couto



publicado por belezaserrana às 00:26
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Sábado, 24 de Setembro de 2011
GRAÇA MORAIS- ESTRELA BRILHANTE NO FIRMAMENTO DA CULTURA PORTUGUESA.

  

 

 

GRAÇA MORAIS -  ESTRELA DE PRIMEIRA GRANDEZA NO FIRMAMENTO DA CULTURA NACIONAL

 

          Nascida no concelho de Vila Flor, Bragança, onde fez os primeiros estudos, cedo voou para a Escola Superior de Belas Artes no Porto, onde se diplomou em Pintura e em 1971 fez a primeira exposição colectiva e em 1974 a primeira individual. A partir daqui, o Mundo foi o seu limite para espalhar as belezas das “papoilas, das cerejas, das amendoeiras em flor” e das múltiplas flores que renasciam com o ciclo do tempo em cada ano em Freixial, no Douro e no Portugal colorido em mutações constantes segundo as leis da natureza.

       A sua Obra é vasta; encontra-se em casa de grandes coleccionadores, em painéis de Bibliotecas, edifícios públicos, das estações do Metro, de Comboio, na Estação de Bielorrússia do Metropolitano de Moscovo,na Culturgest, em Lisboa, na Fundação Gulbenkían , Fundação Luso-Americana, Museu de Serralves, etc. O último painel, em azulejos, vai ser colocado brevemente num grande espaço, à entrada da Clínica de Hemodiálise em Mirandela para inspirar esperança e conforto aos doentes que ali forem tratados.(Já está em exposição na Galeria RATTON, na Rua da Academia das Ciências, 2C – www.galeriaratton.blogspot.com ).

 

        A exposição “Tempo de Cerejas e Papoilas –Trás-os-Montes 2011”, insere-se nas comemorações do 106º aniversário da Casa de Trás-os- Montes e Alto Douro e o dia 23 de Setembro foi a data escolhida para homenagear a ilustre transmontana, em sessão especial, na sede da CTMAD, sendo indigitado outro ilustre transmontano, o Senhor Professor Doutor Adriano Moreira para fazer a apologia de uma das mais ilustres mulheres-artistas-pintoras nascidas Além Marão.

         A homenageada referiu que «na região em que nasci não aprendi a tocar piano mas interiorizei os valores da ruralidade, as histórias que gente simples me contou, a cultura da beleza das flores e senti a doçura dos aromas que todos os anos, em tempo primaveril me obrigam a regressar às origens para os sentir de novo. Aprendi que temos de conquistar a felicidade visitando a beleza dos jardins e dos campos e não na prisão dos grandes centros de consumo e maus odores. Temos de valorizar o amor e a solidariedade pelos caminhos da beleza e não da vaidade mesquinha que empobrece as sociedades.»

         Sábias palavras, grandes considerações foram as do ilustre Professor e da  grande estrela do firmamento da Cultura Portuguesa, Graça Morais.

         Exemplos a seguir para formarmos uma sociedade mais culta, mais justa e mais humanizada.

                         Artur Monteiro do Couto

 arturcouto@clix.pt



publicado por belezaserrana às 18:36
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011
O CIENTISTA AMA A NATUREZA DA SUA JUVENTUDE.

  

 

         EM 2011 DOCUMENTA-SE O DESPREZO PELA NATUREZA EM BOTICAS

 

    

 FALOU UM CIENTISTA E A SUA MENSAGEM DEVE SER  OUVIDA

 

           Natural de Chaves, deu os primeiros passos em Boticas onde seu pai exerceu a medicina, em que se formou na Universidade de Coimbra, e ainda hoje é referenciado como o “ Dr. Naná” ( um grande médico e um grande jurista licenciado, mais tarde, por amor às leis.)

          O cientista a que nos referimos, tem o nome do pai “Arnaldo Videira” e é Professor no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar. Em simultâneo, estuda e investiga no Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto.

          Na entrevista que deu à jornalista de A VOZ DE CHAVES, Sandra Pereira, referiu aspectos científicos do maior relevo, que dizem respeito a todos os seres humanos e recordou momentos da sua infância e adolescência passados em Boticas na companhia dos seus pais, de quem eu tive a honra de ser amigo e cliente do jovem médico Dr. “Naná”, assim carinhosamente tratado pelos familiares e amigos.

           O Professor Doutor Arnaldo Videira, filho, nunca esqueceu os belos momentos da sua juventude vividos na Vila dos “mortos” e das trutas nos rios Beça e Terva.

 

                       Mas deixa um lamento:

 

«A grande vantagem de Boticas é estar bastante próxima da natureza,mas podia estar mais bem preservada.»

 

          E eu documento a razão do seu descontentamento com esta fotografia, tirada no rio das trutas – rio Terva – enquanto um grande incêndio lavrava nas serras vizinhas e os helicópteros tinham de fazer grandes deslocações à procura da água desprezada ali a dois passos por quem tinha o dever de preservar a tal natureza que as pessoas de bom senso e o mínimo de cultura defendem.

 

         Há dinheiro para indemnizar os donos das hortas e transformá-las em jardins que vão motivar grandes encargos para os manter no futuro, e deixam-se arder os jardins naturais dos campos e das serras das aldeias vizinhas, sem haver o interesse de indemnizar os donos dos terrenos à beira dos rios, retendo água suficiente para embelezar e preservar a natureza da calamidade dos incêndios. Não temos alvos pessoais, mas a quem servir a carapuça que a enfie.

 

                       Artur Monteiro do Couto



publicado por belezaserrana às 19:24
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Domingo, 18 de Setembro de 2011
A RAPOSA FOI CAÇADA, MORREU E RESSUSCITOU.

 

               NÃO É ESTA A DA HISTÓRIA QUE VAMOS CONTAR

 

              A RAPOSA FOI CAÇADA, MORREU E RESSUSCITOU

 

        Eis os fundamentos da história:

 

        Passou-se em Terras Quentes Transmontanas e as bases não fogem à verdade.

 

               - Uma raposa entrou numa vinha, provou as uvas e gostou tanto que ,todos os dias ali voltava para comer a deliciosa sobremesa.

         Um jovem agricultor é que não estava nada satisfeito com aquela cliente que comia e não dava nada em troca. Tanto a vigiou que um dia a apanhou dentro da sua propriedade a banquetear-se. Mas para isso teve de vestir a pele de lobo e aproximar-se dela com todos os cuidados. Finalmente, conseguiu caçá-la e aplicar-lhe um correctivo.

         A ladina – matreira – habituada a inventar artimanhas - fingiu-se de morta e o jovem admitiu mesmo que ela estivesse morta. Todo contente, desabafou: logo, passo por aqui, levo-te para te mandar embalsamar ao Teixeira e vou guardar-te em lugar de honra da minha modesta casa como um troféu a celebrar esta vitória como fazem os desportistas; O Cristiano Ronaldo, o Figo, o Carlos Lopes, a Rosa Mota e tantos outros.

        - Só que o inesperado aconteceu: quando voltou, horas depois, a ladina sabichona tinha desaparecido; afinal, a manhosa, ou ressuscitou com o apoio de S. Francisco de Assis ou aldrabou-me muito bem aldrabado. E isto só não me entristeceu muito porque já tinha passado o mesmo diploma de burros e ingénuos a muitos mais. Por isso é que a raposa tem mais manha do que a de sete mulheres juntas, segundo dizem – e as mulheres que me perdoem porque eu não tive queixa delas.

         E ficamos por aqui; mais não dizemos, para que os ecologistas não venham chatear quem vive e trabalha honestamente e que acabam por sustentar uma ladroagem pior do que a dos lobos e raposas.

 

                         Artur Monteiro do Couto

 

 



publicado por belezaserrana às 16:08
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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011
AVÓS REGRESSAM À ESCOLA

             

 

              OS AVÓS DEIXAM O CALOR DA LAREIRA E REGRESSAM ÀS ESCOLAS.

 

          Há avós ricos e avós pobres. Há avós muito jovens e menos jovens; de cabelos brancos e sem os cabelos que o tempo foi levando misturados com as preocupações pessoais, dos filhos e dos netos.

         Está na hora das idades mais tenras, de corpos franzinos e lágrimas salgadas de uns, se misturarem com as de alegia e vozes estridentes de muitos mais.

        Os mais franzinos, perante os prolongados trabalhos dos pais, encontram nos avós a segurança psicológica e física que os conduzem pela mão à casa dos sonhos felizes da maioria, e das dúvidas para uma minoria fragilizada pela saída do ninho para ensaiarem os primeiros voos. Agora, ocorre-nos o poema do nosso comprovinciano, Miguel Torga, «O LADINO», pardal que se recusava a deixar o calor do ninho e fazer o primeiro  voo.

        A muitos infantes são os Avós que os animam e seguram pela mão a afugentar os medos e a incutir a alegria do sucesso.

       Acompanhámos os Senhores Engenheiro Tomás Rebelo do Espírito Santo, Dr. Manuel Osório e outros colaboradores do Jornal dos Reformados, entre os quais me incluo, para levarmos a bom termo a consagração do DIA dos AVÓS, em  Portugal. Sentimo-nos recompensados com o reconhecimento dos avós como fontes de carinhos e os grandes colaboradores sociais, sobretudo apoiando os netos nesta fase de iniciação ao ambiente escolar.

     Desejamos a maior alegria aos avós e aos netos, nesta nova fase das suas vidas.

     Felicitamos, simultaneamente, a Direcção do Museu Etnológico de Bobadela (Boticas); agradecemos as explicações da agradável visita e a possibilidade de fotografar a figura museológica que apresentamos na imagem.

                                            Artur Monteiro do Couto

 

 



publicado por belezaserrana às 15:46
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