belezas paisagisticas e artisticas de Trás-os-Montes
Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012
ANO NOVO NOVOS FERIADOS

  

          SOU PRPOFISSIONAL. DEFENDO O MELHOR PARA A MINHA EQUIPA.

No Dubai, onde recebeu o prémio de melhor treinador desabafou:

"Talvez por razões históricas é difícil ser-se português em Espanha."

                                

 O ano velho (2012),foi bom para uns, mau para outros.

 

Na hora da despedida, as opiniões divergem, como em tudo na vida. Resta a esperança de que um país libertado à paulada, pela espada e pela lança; a cavalo ou a pé, a alimentar-se de castanhas e pão; batatas, cebolas e outros produtos campestres; descalço ou calçado com socos de madeira de amieiro; tenha agora a coragem de se libertar de gastos supérfluos, de cremes, perfumes, cigarros, bebidas e comezainas estrangeiras ou requintes de moda para alguns e de calças rotas (ó diabo…agora as calças rotas também fazem parte da moda…); como tudo muda na vida… Há coisas que custa a entender e é por causa de muitas coisas difíceis de entender que uns riem outros choram.

       E desta confusão e ilusão ridiculamente cultivadas resulta um Portugal prestigiado de outros tempos, em mendigo actual, que, como disse  o José Mourinho, (dia 29 de Dezembro, em que recebeu o troféu de melhor treinador ), que era difícil alguns espanhóis aceitarem a mais valia de alguns portugueses a trabalhar ou a jogar futebol em Espanha, talvez com base em elementos históricos do passado. Recordava o que se está a passar com ele e o Cristiano Ronaldo… ao serviço de um dos clubes mais prestigiados do mundo; no ano em que conduziram o Real Madrid a campeão, estão a receber em troca a perseguição de pessoas que se comportam “como o cão que não conhece o dono”. E para atenuar este impacto, até foram eliminados os feriados referentes a essas vitórias… ( 1º de Dezembro e 5 de Outubro).

     E nós, os portugueses da actualidade, estamo-nos a deixar enforcar por coisas supérfluas e a hipotecar a nossa e as gerações futuras, de modo a considerarem os portugueses como uns parasitas que gostam da vida fácil, deitar a barriga ao sol nas praias, e querer viver à custa dos Alemães e outros países que trabalham no duro, onde se trabalha, investe e se poupa.

     Ainda bem que alguns grevistas já vão começar o Novo Ano a pensar nos interesses globais de Portugal e não em vitórias ou derrotas políticas porque, ao cabo e ao resto, é um país com uma história brilhante que está a perder a independência nacional, com necessidade de pedir licença aos credores estrangeiros para o Governo aumentar a quantia ridícula de uma dúzia de euros a quem se farta de trabalhar e a viver na miséria.

Pena é, que alguns sindicatos dos transportes tenham decidido começar 2013 a fazer greve, a preparar o desemprego, talvez, dos próprios associados.

             

       Fazemos votos para que todos unidos, em espírito de fraternidade, possamos viver em paz e em solidariedade, onde não haja lugar para explorados e exploradores.

 

      Lista dos feriados:

1        de Janeiro;

12 de Fevereiro (Entrudo);

29 de Março (Sexta-Feira Santa);

31 de Março (Domingo de Páscoa);

  1 de Maio (Dia do Trabalhador)

25  de Abril (quinta-feira)

10  de Junho (Dia de Portugal -2ª feira);

15 de Agosto (5ª feira Assunção de Nossa Senhora).

25 de Dezembro( Natal -4ª feira).

        

                Artur Monteiro do Couto



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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2012
O PAI NATAL PASSOU POR CÁ E JUSTIFICOU A DIMINUIÇÃO DOS PRESENTES.

    

                                                                                       Foto 2012-RALisboa

 

    

    «No ano passado não fui muito sincero convosco. Deixei-vos muitas ilusões e Vós acreditastes nas minhas barbas brancas e na minha enorme barrigaça de velhote.

                               GOU GOU GOU.

    Ao longo deste ano 2012 já começastes a duvidar de mim e dos meus parceiros Agentes tradicionais da festa do Natal, com Jesus, anjos e santos à mistura.

                              GOU GOU GOU.

   Sinto e compreendo a alegria dos meninos inocentes que me vêem entrar-lhes pela casa dentro com este aspecto esquisito levando um grande saco às costas, uma barrigaça engravidada com uma farta almofada e com umas grandes sapatorras que lhes faziam lembrar as dos palhaços “Patinhas e Ventoinhas”.

                              GOU GOU GOU

 Fiquei triste como os meus admiradores, a quem vendi muitas ilusões na última visita, quando eles começaram a deslaçar os embrulhos e verificavam que valia mais o papel e os laços do que os presentes que me tinham pedido nas suas cartas; poucos e fracos.

                               GOU GOU GOU

Senti remorsos de os ter iludido ao longo do ano, de conluio com pais, avós, padrinhos, madrinhas, primos e primas.

                               GOU GOU GOU 

Senti-me envergonhado…

          Enquanto esta crise se mantiver vou ficar a brincar com a neve pela Escandinávia e os pais que lhes vão dizendo que no próximo ano o “Pai Natal” anunciou que iria passar férias muito longe e que não sabia se poderia regressar por causa da greve dos transportes, em Portugal, como aconteceu este ano, nas casas de alguns meninos.

            As ilusões, por vezes, nem sempre são perniciosas.»

 

                          GOU GOU GOU».

            

     

 Desejo, sinceramente, que as crianças, e todos nós, voltemos a sorrir com um ar sincero e aberto sem fantasias infundadas. E que os muitos milhares de voluntários portugueses que semearam a esperança de norte a sul do país, sintam os benefícios da sementeira de amor que fizeram junto de cidadãos nossos irmãos, nesta fase difícil das suas vidas.

 

                       Artur Monteiro do Couto

               



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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012
NEM TODOS NASCEM NUM BERÇO DE OURO.

 

     

                                 A CELEBRAÇÂO DO NATAL de JESUS 

                   E A REALIDADES DE ALGUNS OUTROS NASCIMENTOS.

 

      A felicidade mora aqui.

      Em casa, estamos a receber belas imagens acompanhadas por deliciosas músicas que nos transportam a um mundo maravilhoso.

   Mas o mundo real tem outras vertentes que devemos interiorizar, para sermos mais solidários com outras famílias dispersas pelo planeta Terra. Nem tudo é um mar de rosas.

 

   -Vejamos esta realidade de um tempo não muito distante, em Portugal:

 

   A Casa da Roda, em Caria, fica situada num local discreto, junto à Rua do Reduto, foi recuperada e musealizada em 2009 e ali se pode reviver o passado e reflectir sobre o presente. Foi edificada em 1784, data que está gravada na pedra por cima da roda, para dar cumprimento a uma Lei de Pina Manique (reinado de D. Maria I), de 30 de Maio de 1783, que exigia a criação de Casas da Roda em todas as vilas e sedes de concelho. O estado terá tomado esta medida porque o aumento da população era bem visto, para combater o infanticídio, uma prática que era então frequente, e também para reduzir a falta de assistência aos abandonados.

 

Eram casas destinadas a acolher órfãos, crianças recém-nascidas “não desejadas” ou bastardas, cujos pais não pudessem assumir os seus cuidados. As rodas eram uma instituição municipal já que todo o país estava “controlado” por municípios e eram os municípios que sustentavam as Casas da Roda. As Rodas tinham aberturas para o exterior para que o exposto pudesse respirar. Por vezes a Roda tinha duas “prateleiras”, na parte inferior era depositada a criança e na parte superior o enxoval da criança, quando este existia ou outros objectos, nomeadamente cartas, lenços, medalhas para permitir a sua posterior identificação e recuperação, embora se saiba que isso raramente acontecia. A assistência consistia na recolha e criação do exposto, até aos seus 7 anos, e numa segunda fase na sua integração social pelo trabalho dos 8 anos até à maturidade.

 

O anonimato era muito importante e cultivado até à exaustão e por isso existia uma sineta que alertava a Rodeira, que estaria presente dia e noite, e que girava a Roda recolhendo a criança. Era depois efectuada, pelo escrivão da câmara, uma matrícula muito pormenorizada, que era inscrita no chamado Livro dos Expostos, guardava-se e registava-se tudo o que as crianças traziam quando eram deixadas na Roda.

 

Na Casa da Roda ou nas suas casas próprias viviam as amas de leite, que amamentavam as crianças. Mais tarde as crianças ficavam à guarda das chamadas amas-secas para quem trabalhavam ou eram entregues como criados a quem pagasse mais. A partir dos finais dos anos 50, do século XIX, a contestação às Rodas levou à sua extinção.

 

Escrito por Graça Ribeiro, do blog Passado de Pedra

 

     A esta descrição tão bem feita pela Graça,

    todos nós devemos aproveitar os momentos de silêncio, talvez a seguir à recordação da missa do galo da nossa infância, ou durante a transmissão de cerimónia idênticas pela televisão, para tomarmos consciência dos nossos deveres de cidadania e solidariedade para com os que começaram a sofrer dentro do ventre da mãe e a quem  o amor e a felicidade nunca lhes bateu à porta.

      Saibamos recordar todos os que nos deram a vida e agradecer a todos os que nos têm dado amor.

                      Desejamos Boas Festas aos que povoam a Terra. 

                                  Artur Monteiro do Couto



publicado por belezaserrana às 16:46
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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2012
PORTUGAL NO PRÉMIO NOBEL 2012 MUITO BEM REPRESENTADO

  

        ANGELA MERKEL CHOROU QUANDO OUVIU

Herman Van Rompuy, Presidente do Conselho  Europeu, falar dos horrores das guerras sofridas  entre europeus, especificamente, na Guerra Franco-Alemã,  cujas consequências eles próprios e os seus familiares sofreram,e que foi a construção da União Europeia que lhes garantiu a paz que estamos a viver, Os Presidentes dos dois países, Senhora Merkel  (Chanceler alemã) e François Hollande (Presidente francês), que se encontravam lado a lado, levantaram-se, e  deram as mãos em sinal de que a Paz e a União Europeia iriam  fortalecer-se cada vez mais.

     Recordemos que os dois viveram separados pelo “ MURO da VERGONHA”, junto do qual, em construção, John Kennedy declarou: Ich bin ein Europaer(Sou um europeu.) Felizmente, a Europa unida, também em construção, ajudou a derrubar o muro, que aprisionou a Senhora Merkel na parte leste da cidade de Berlim. As lágrimas são compreensíveis. Viveu uma realidade violenta e desumana.

 

   

   DURÃO BARROSO, Presidente da Comissão Europeia,

              salientou a razão oficial da atribuição do prémio:

(“Por ter transformado a Europa, de continente de guerra em continente de paz”). «O sentimento de liberdade de portugueses, espanhóis, gregos, também se sentiu na Europa Central e do Leste e nos países bálticos». Reafirmando o compromisso da defesa do euro, Durão Barroso, afirmou: «Um continente que sofreu a devastação converteu-se numa das economias mais fortes do mundo, com sistemas sociais mais progressivos, o maior doador de ajuda internacional. Temos responsabilidade especial para com milhões de pessoas em estado de necessidade.» «Os 930 milhões de euros do prémio serão doados a projectos de apoio a crianças vítimas de conflitos».

 E terminou:« Hoje um dos símbolos mais visíveis da nossa unidade está nas mãos de toda a gente. É o “ euro”, a moeda da nossa União Europeia. Vamos defendê-lo.»

   O Presidente do Comité Nobel, na introdução da cerimónia, fez um brilhante resumo histórico dos conflitos europeus na primeira metade do século XX (20) e concluiu:

   «Não nos juntámos aqui com a convicção de que a UNIÃO EUROPEIA é perfeita. Reunimo-nos com a convicção de que devemos resolver os nossos problemas em conjunto.»

 

     

        MARTA MIRANDA - Vocalista dos"OqueStrada", que actuaram na entrega do Nobel da PAZ, em OSLO (Noruega),tendo sido muito aplaudidos pelas mais altas figuras europeias.

    A sua criatividade impressionou. A Marta cantou um fado de Alfredo Marceneiro. Os sons que a acompanharam saíram do bater nos joelhos, nas palmadas na face, e noutras partes do corpo,sempre com as mãos. O suposto violancelo era um tipo de cajado de um pastor com uma única corda... Impressionei-me e comovi-me com o que vi e ouvi.

                     Portugal sente orgulho destes talentos.

 

                         Artur Monteiro do Couto



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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012
OUÇA AS VOZES DAS SUAS BELAS PAISAGENS

 

  

 VOZES DAS PAISAGENS CANTAM O QUE HÀ DE MAIS BELO À NOSSA PORTA.

                       APRENDA A OUVI-LAS E A INTERPRETÁ-LAS.

 

       NA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA, o Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Faculdade de Ciêncioas Sociais e Humanas promoveu uma verdadeira orquestra vocal de especialistas da escrita que deram voz às paisagens transmontanas onde se inspiraram para nos contar e cantar as belezas paisagísticas que os transportaram da terra até à mística do “Paraíso”.

       Foram eles: os Doutores: António Pires Cabral, Bento da Cruz e Manuel Vaz de Carvalho.

 No anfiteatro, perante assistentes e intervenientes, foram lidos textos destes autores, introduzidos por imagens dos locais referidos. Iniciativa, a todos os títulos, louvável para a Escola, para os participantes e para o muito que reflexões como esta podem introduzir de mais-valia na promoção do turismo em Portugal.

 

       Um dos participantes lembrou a edição de uma recolha de “Diários” de Miguel Torga, feita pelos Drs. Laureano Gonçalves e João Barroso da Fonte, ambos transmontanos, recolha essa que foi editada pelos Municípios de Boticas e Montalegre.  

   Ouçamos uma das vozes das paisagens barrosãs:

   MIGUEL TORGA:

 

diário de 26 de Outubro de 1942:

DEVO ÀS PAISAGENS AS POUCAS ALEGRIAS QUE TIVENO MUNDO                                                                               

no seu diário de 17 de Junho de 1956 :

« A doença tem-me dado muitas horas amargas, mas devo-lhe também uma intimidade com a pátria de que poucos portugueses se podem orgulhar. Obrigado a procurar a esperança em cada fonte, passo a vida de terra em terra, com as tripas na mão. E até a este Barroso vim parar! O problema, agora, é estar à altura das alturas onde me encontro.»

 

E em 25 de Junho de 1956, em Carvalhelhos, escreveu:

 

« Olho a serra. E diante desta natureza sem disfarces, aberta para todos os horizontes, sinto como que uma centrifugação do espírito. Ando e parece que voo; tento localizar-me, e perco-me na indeterminação. Uma espécie de nomadismo da alma descentra-me e liberta-me das amarras mesquinhas da vida compartimentada.»

 3 de Agosto de 1959:

 

         «Gosto de rever certas paisagens, ainda mais do que reler certos livros. São belas como eles, e nunca envelhecem.»

 

 As correntes modernas do turismo já não vão atrás de propostas de aumento de colesterol e da tensão arterial. Preferem as belezas naturais e o ar puro da montanha... O comer e o dormir vêm por acréscimo.

 

       A Entidade Regional de Turismo do Douro parece ter ouvido os comentários feitos na Universidade Nova de Lisboa, inclusive, os das duas Professoras da UTAD que se deslocaram propositadamente a Lisboa.

       Soubemos agora, pelo jornal «A VOZ de TRÁS-OS-MONTES” de 29 de Novembro 2012, que o IPDT, vai promover as melhores quintas e miradouros do Douro. Segundo o presidente da Turismo DOURO, Dr. António Martinho «Esta brochura irá orientar o turista para conhecer os locais de excelência panorâmicos do Douro e ao mesmo tempo contactar com as quintas mais conhecidas da região»

 

       Esperemos que os Autarcas do Alto Tâmega e Barroso sigam o exemplo da Entidade Regional do Douro e saibam   traduzir, na prática, as vozes das paisagens da nossa Região: jornalistas e escritores de méritos reconhecidos. Não precisamos de grandes somas para colocar umas pedras nos principais miradouros, para evitar quedas dos visitantes. Não podemos pensar em luxuosas casas de banho, porque, infelizmente, com a selvajaria que anda por aí, destruirão tudo no próprio dia da inauguração. Basta uma coisa barata, forte e feia; a beleza está nas paisagens ao alcance do olhar.

                     Artur Monteiro do Couto



publicado por belezaserrana às 20:57
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