
Apresentamos-lhes um “cabaz autêntico”, cesto de verga, para transportar comida e outros objectos que, modernamente, se metem dentro de sacos ou malas, mais simples ou sofisticados conforme os gostos e as bolsas das utilizadoras.
Há outros tipos de cabazes, feitos de junco, de verga, de cana, etc., geralmente com tampa e asa arqueada, com diferentes dimensões, segundo o fim a que se destinam.
O modelo da imagem vemo-lo com frequência nos ranchos folclóricos que têm por missão perpetuar as tradições culturais nas mais diversas vertentes, para que a memória dos povos não se apague.
No filme CANÇÃO DE LISBOA, podemos ver a representação de uma camponesa, desiludida com as condições de vida da sua aldeia , pela célebre artista Beatriz Costa, que de cabaz na mão se despede da sua aldeia a caminho de Lisboa cantando:
Adeus ó Terra
Adeus linda serra
Da neve a brilhar
Adeus aldeia
Que levo na ideia
Nunca mais voltar.
…Despedi-me das ovelhas
Do meu cão, das casas velhas
Do lugar onde nasci.
Ai, ai, ai.
Não me importa de ir à toa
Que o meu sonho é ver Lisboa
Mais o mar que nunca vi…
- Costuma dizer-se “cabazadas” quando os cabazes estão cheios de produtos.
- Em termos futebolísticos, diz-se que um clube deu uma cabazada ao adversário quando lhe ganhou por muitos golos.