belezas paisagisticas e artisticas de Trás-os-Montes

Segunda-feira, 7 de Junho de 2010
DANÇAS E CANTARES DO MINHO NAS AVENIDAS DE LISBOA


  Cabeçudos, gigantones e bombos animam as Romarias

O Povo quer alegria e vive em funçãqo dela. O capitalismo para as populações rurais é secundário e, vulgarmente, não têm inveja daqueles a quem corre bem a vida. As pessoas são solidárias na sua pobreza e humildade. Nas festas, cantam e dançam.

Os burgueses das cidades e pseudo-ricos que não passam de vaidosos, lá no fundo, invejam esta espontaneidade e alegria.

Busquem esta alegria nas aldeias que nunca cultivaram a inveja contra os seus vizinhos e amigos. E boas férias.

 

                        

A LAURA é uma menina que faz parte do Rancho Folclórico
Amigos do Minho, residentes na Cidade da Amadora.

 

« É DE PEQUENINO QUE SE TORCE O PEPINO» - provérbio popular que ajuda a crescer culturalmente os " SUPER-MIÚDOS" que participam no programa televisivo da RTP e que, com toda a facilidade, têm derrotado professores e outros licenciados. As crianças têm de crescer felizes e motivadas para os valores culturais, sejam eles populares, citadinos ou científicos.

Os participantes nas festas, sobretudo os estrangeiros que nos visitam, ficam encantados com esta formação cultural dada às crianças, preservando, assim, a cultura secular dos Povos.

Artur Monteiro do Couto



publicado por belezaserrana às 00:22
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009
A VIDA É BELA. NÃO DEIXE QUE LHE DÊEM CABO DELA

 

                                    

                              

                  «GATO ESCALDADO DE ÁGUA FRIA TEM MEDO»

                   

            A sabedoria popular é importantíssima como um guia de vida

 

  A escuridão da noite cultural foi muito longa e só passados milénios é que se chegou à descoberta de meios de comunicação devidamente planeados, depois de um somatório de conhecimentos acumulados pelas inovações que foram surgindo para ultrapassar as dificuldades que a História Contemporânea nos revela em pormenor.

        Mas as pessoas simples e analfabetas tinham, e têm memória e sentimentos. Não esqueciam, nem esquecem, o bem e o mal que os outros seres humanos lhes faziam e, ainda, nos fazem nos nossos dias, continuam a fazer, com requintes de malvadez e vigarices sem fim.

       Os analfabetos de outros tempos foram construindo princípios, ditos populares e provérbios de rara oportunidade para o período histórico que estamos a viver.

       Analisemos bem, alguns desses ensinamentos, e tenhamo-los sempre presentes na memória para evitar dissabores.

 

    1-« Apanham-se mais moscas com uma gota de mel que com um quilo

         de fel»

    2 -« O segredo de três, o diabo o fez»

    3- «Quem muito jura, muito mente»

    4-«Quem muito dorme, pouco aprende»

    5-«Quem muito fala, pouco acerta»

    6-«Quem cabritos vende e cabras não tem, de algum

        lado lhe vem» 

    7- «Tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá fica a

        asa»

    8-«Quem ao mais alto quer subir ao mais baixo vem cair»

    9-«Quem o alheio veste na praça o despe»

  10-«Ovelha que berra bocado que perde»

  11- « Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão»

  12-« Quem tem amigos não morre na cadeia»

  13-Ao menino e ao borracho, põe Deus a mão por baixo»

  14-«Ao pra baixo, todos os santos ajudam»

     15-«Quem espera,desespera»

 

   A mensagem que estes ditos populares nos transmitem é de uma importância fundamental para a vivência quotidiana de todos nós.

   Todos encontramos aldrabões bem falantes, que falam muito e nada acertam. Prometem-nos o céu e a Terra e o que pretendem é enganar-nos, burlar-nos, levar o que é nosso. Bem vestidos, bem calçados não passam de utilizar a linguagem dos ciganos quando querem vender os burros nas feiras ou os relógios nas ruas de Lisboa. Só depois das consequências, como as daqueles que andaram a confiar nalguns Bancos é que se «acorda», mas já é tarde. É o que está a acontecer com os clientes do Banco Privado Português. E por uns, pagam os outros. Por isso é que o Povo acrescenta: atenção -

          «Gato escaldado de água fria tem medo» e é para ter... muitos ricos vão a caminho dos sem abrigo, como aconteceu ao emigrante insular....pela falência do Banco. 

 

                                                    Artur Monteiro do couto



publicado por belezaserrana às 09:46
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